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4.1.09
Novo Ano ideas 2009
Próspero Ano Novo 2009 Happy New Year Feliç Any Nou 新年快 Feliz Año Nuevo Вітаю з Новим рокомChúc mừng năm mới bonne nouvelle annéeПоздравляю с Новым годом Szczęśliwego Nowego Roku Ευτυχισμένο το Νέο Έτος Selamat Tahun Baru 新年あけましておめでとうございます
11.9.08
clothes marketing
O gabinete de prova passou agora a ter mais visibilidade e essa é a ideia de dar a conhecer as colecções de roupas de uma forma mais arrojada para as pessoas nesta clothes marketing.Com esta activação de clothes marketing, o visual é testado de uma forma mais imediata.Saiba mais sobre ideias para activação de marcas e de clothes marketing, clique aqui
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9.9.08
Valentine day - marketing
O cupido anda no ar no dia de S. Valentino e que melhor ideia para activar os casais de namorados e os passantes do que umas setas nas costas da cadeira?Esta é mais uma ideia para activação em grandes espaços de afluência de público para o dia de S. Valentim. Para mais ideias de activação, contacte-nos clique aqui
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8.9.08
7.9.08
lingerie
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11.7.08
marketing tech
Desde que foi anunciado até hoje, muito rodou este planeta e virou páginas de marketing global pela tecnologia, verdadeiro diamante dos tempos modernos. Somos em Portugal dos mais consumidores em tecnologias dos tempos modernos, um país que alcança um rácio elevado de telemóvel por pessoa, de uma dimensão que faz inveja a muita gente nestes tempos de investimento soberano em tecnolia e por isso é ssensível ao marketing tecnológico.A euforia por este novidade tecnológica do iPhone, respondendo plenamente àos desafios colocados pelo marketing tech global e local, só tem paralelo notempos mais recentes com a procura do último livro de Harry Potter, que transforma aventuras em retorno do investimento, um verdadeiro ROI mágico para o marketing dos seus promotores e criadores. Haverá até, quem sabe, uma fórmula mágica, um sinal do mais contraditório nestes tempos de crise e de procura da verdadeira pedra filosofal, no dia em que se debateu o estado da nação perante esta procura sem precedentes em resposta a este marketing tech, designado iPhone?Mas mesmo com as contradições sociais vigentes e perante os impulsos da poupança e do investimento em produtos, que valorizem esse mesmo investimento, a expectativa de ser o primeiro entre os primeiros a ter um iPhone, o produto de marketing puro e de moda entre os virtuais consumidores e pesquisadores desta nova era, muitas críticas haverá ainda a estes produtos da era tecnológica, comparativamente com outros e a outras marcas, de igual funcionalidade no consumo, mas mais evoluídos e sem tanto alarido de marketing tech.Damos corpo a verdadeiras criações de design e de marketing, com ideias e soluções criativas, para além de soluções no terreno, junto das pessoas. Contacto
video: marketing tech
17.6.08
impacto sobre rodas
video: impacto sobre rodasEste é mais uma plataforma para colocar a publicidade e impactar as pessoas, sobretudo em tempos de férias e lazer. Aproveite a onda da inovação e contacte-nos para implementação no terreno da sua campanha
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12.6.08
blog de ouro

A agência produziu e editou mais um marco de comunicação empresarial pela via digital com a produção, os conteúdos e a edição de um blog de ouro.A ideia de criar um blog de oiro que refletisse a realidade da empresa há muito que estava na mente dos responsáveis pela comunicação da empresa de soluções de prestígio, "Foi dado o passo precisamente numa altura em que mais carece de investimento em comunicação e visibilidade".A produção de conteúdos digitais para sites e blogs da agência ideas2win é um dos seus core business e uma vertente de reduzido investimento, que mais tem atraído os clientes, apostados em divulgar a sua mensagem de forma mais universal.
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9.6.08
investir - impactar
Aproveitar o potencial da mobilidade para fazer valer os seus argumentos junto das pessoas do público cada vez mais exigente e a surpreender de forma positiva e comprovado impacto.Esta é uma aposta para este verão nas praias do Algarve, investir e impactar com campanhas de publicidade móvel em veículos segway, ao encontro das pessoas nos seus tempos de férias e lazer em tempo estival, com uma mais valia do não poluente.contacto
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13.2.08
Wave Festival in Rio - Brasil
O Wave Festival in Rio vai decorrer entre os dias 19 e 21 de Maio de 2008, no Rio de Janeiro, na sua primeira edição.Organizado pelo grupo M&M, editora da revista Meio & Mensagem, o Wave Festival in Rio é o único festival de publicidade dirigido aos países da América Latina. O festival Wave da publicidade está dividido em sete categorias: filme, press/outdoor, marketing directo, internet, promo, rádio e design. Donald Gunn, criador do Gunn Report, vai participar no Wave Festival como conferencista.
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22.9.07
28.8.07
Comunicação efectiva
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30.7.07
Ana Paula Oliveira - bandeirinha
É o mais recente escândalo na sociedade brasileira e de raiar a discriminação, a mostrar o machismo no seu expoente máximo, como a própria reforçou numa recente entrevista televisiva.
Após a sua suspensão pela Federação Brasileira por ter posado nua para a revista Playboy, na sua edição brasileira,a bandeirinha juíza de futebol Ana Paula Marques Oliveira virou um verdadeiro fenómeno viral também na internet.Tal fenómeno prova como a partir de algo, um acontecimento aparentemente sem expressão global, que ocorre localmente numa parte localizada do globo, se torna numa verdadeira bola de neve e a avalanche engrossa, a ponto de virar fenómeno viral neste canal de comunicação.Que o futebol era um fenómeno global, já o sabíamos; que os árbitros da américa latina de quando em vez também se tornavam em verdadeiros fenómenos de visibilidade, também sabemos; agora que seja por causa de fazer realçar os dotes corporais, é obra dupla!A internet tem este pode de dar expressão a favor de fenómenos de escândalo, contra a repressão e mostrar outros horizontes de visibilidade, que pode ser dirigida com maior retorno para o seu negócio.
video: Ana Paula Oliveira - bandeirinha
20.6.07
Marketing jurídico - Brasil
O interessante assunto sobre o marketing jurídico tem sido abordado de uma forma enviesada sob a forma de propaganda e sob a perspectiva da publicidade, quer em Portugal quer no país irmão. O artigo de Luis Roberto Kallas torna a trazer este assunto à tona de água, agora do lado de lá do Atlântico, mais concretamente no Brasil: a leitura de que o código de ética é impeditivo de um marketing jurídico, é colocado em causa se virmos o assunto do relacionamento do causídico com o seu cliente numa óptica do CRM e dos outros 3 P's de Kotler, quando estamos a falar de relações internacionais. ver mais sobre marketing jurídico
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1.6.07
YouTube - Apple - Acordo
YouTube - Apple - acordo
O YouTube acordou com a Apple para disponibilizar, a partir de Junho, o catálogo do site no Apple TV set-up box. Os proprietários da Apple TV navegarão pela oferta do YouTube e guardarão os seus vídeos favoritos através da hard drive imbuída no sistema.
O acordo deverá beneficiar os criadores de conteúdos, bem como estações de televisão, que estão a carregar a sua programação no YouTube, que atrai cerca de 20 milhões de utilizadores por mês.
A Apple TV usa o iTunes e a tecnologia sem fios para transferir conteúdos de vídeo, música, fotografia e podcasts de um computador e da internet para um televisor de alta definição.
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25.11.06
marketing
marketing
Uma palavra para o consumidor
por JA
O tema em destaque na oitava edição do Congresso Internacional da Associação Portuguesa dos Profissionais de Marketing (APPM), abordou o envolvimento do consumidor no processo do ‘marketing’, e a necessidade de as marcas comunicarem de outra forma, a exemplo do que aqui já foi abordado com os contributos de consumidores para a inovação e o desenvolvimento de novos produtos.
O principal objectivo é estabelecer relações emocionais fortes entre o consumidor e as marcas. Uma expressão que já vai entrando no léxico de muitos anunciantes e agências, mas que a realidade demonstra muitas vezes o contrário, pela inércia dos planos de ID dos seus clientes.As relações intensas e a forma como uma marca consegue prender um consumidor de forma absolutamente apaixonada, é na opinião de Justin Kirby, fundador da Viral & Buzz Mkg Associations, que a “publicidade de massas está a morrer”, “as pessoas não querem saber de anúncios bonitos e ‘slogans’ giros”.Senão, vejamos o efeito viral de novos canais como os blogs, que veio mostrar uma outra realidade e das controvérsias geradas por alguns temas de topo na procura dos internautas.
A publicidade fazia-se de forma mais ou menos convencional e veiculada em meios tradicionais e um consumidor era impactado de várias formas e com intensidades diferentes. A publicidade na televisão ou na rádio; na rua, a caminho da escola ou do trabalho, eram os ‘outdoors’ e os ‘mupis’ que vinham complementar as mensagens que tinha visto e ouvido; ao longo do dia, com mais um ou outro ‘banner’ a saltar num pop-up ou a piscar no écran quando visitava um site qualquer; um ou outro anúncio de imprensa que lhe despertava a atenção na revista do costume... Ao fim do dia, em casa, era bombardeado por anúncios de televisão. Assim era e caminha para a morte lenta, pois o tempo gasto na internet está verificar um aumento crescente na ocupação dos tempos livres e lazer.No horizonte, o futuro da publicidade passa pela convivência entre o que tradicionalmente se faz e a inovação em novos suportes como os filmes de 30 ou de 45 segundos a passar em ‘loop’ ao longo de uma noite de televisão. Só não serão o meio mais forte, mais eficiente, mais rentável.
O consumidor, hoje em dia, procura uma marca com a qual se identifique emocionalmente, procura uma marca em que possa tocar, que possa sentir e entender, um novo perfil de consumidor que tem o seu estilo de vida a a orientar as suas opções.O incentivo do experiential marketing interpela emocionalmente os consumidores de uma forma mais intensa quando uma Sony Bravia incita os internautas a criarem o seu próprio anúncio à marca pintando um prédio, quando uma Coca-cola cria uma comunidade online, quando um vinho como o Casal Garcia promove um campeonato de gargalhadas na Internet ou quando uma Galp Energia põe um país inteiro aos pulos a cantar um hino para dar força à selecção nacional num campeonato Europeu ou Mundial de futebol. Mais profícuo se torna esta forma de envolvimento emocional, quando "os consumidores se tornam o seu departamento de marketing”.
Apesar de se criarem as ditas relações intensas entre o consumidor e as marcas, sabemos que esta forma de inovação não é incrementada de forma geral nas empresas e no mercado nacional, deixarem que os consumidores experimentem as marcas e os produtos, deixarem os consumidores dizerem de “sua justiça”, que entrem nas suas estratégias...enfim, se inverta o processo e óptica de produção de uma forma efectiva e não apenas pelas belas palavras expostas nos manuais de marketing.Ainda não chegou o tempo de uma aceitação generalista do sistema de sugestão e revisão de processos por parte das empresas portuguesas, com honrosas excepções, diga-se em abono da verdade.
A publicidade tradicional está a perder peso no contexto comunicacional, passando a ser mais um suporte de comunicação e elevando-se o peso da comunicação pela Internet, mais personalizada, mais interventiva, mais emocional, mais local...com projecção global. Num futuro bem próximo, terá maior apetência por parte dos consumidores aquele canal que permita a abertura à participação de quem quiser, permita a comunicação bi-direccional e mais interactiva.
O consumidor quer ter uma palavra a dizer e quem abrir esse canal vai brilhar nos próximos tempos: sejam os ‘blogues’, sejam os ‘utubes’ da vida, seja o ‘marketing’ viral ou o ‘word-of-mouth’, estas serão efectivamente, algumas das ferramentas do futuro.Levando ao extremo esta nova forma de chegar às pessoas, as marcas passam a estar inteiramente dependentes dos consumidores e por isso implicará novas visões da estratégia de aproximação e activação dos consumidores, como é o caso do second life, onde algumas das marcas adquirem já espaços virtuais.
Tags: marketing, blog, business, crm, customer relationship management, reviews, software, technology, tech, weblogs, customer, microsoft, relacional marketing, news, small business, crm software, sales, business strategy, customer experience, consumidor, inovação marketing
Blogalaxia Tags: marketing inovación, crm, blog, negocio, weblog, emarketing, customer relationship management, internet, ventas, cliente, novidades, ordenadores, software, tecnologia, crm blog, comprar, noticias, oponion, resultados, inovación
Uma palavra para o consumidor
por JA
O tema em destaque na oitava edição do Congresso Internacional da Associação Portuguesa dos Profissionais de Marketing (APPM), abordou o envolvimento do consumidor no processo do ‘marketing’, e a necessidade de as marcas comunicarem de outra forma, a exemplo do que aqui já foi abordado com os contributos de consumidores para a inovação e o desenvolvimento de novos produtos.
O principal objectivo é estabelecer relações emocionais fortes entre o consumidor e as marcas. Uma expressão que já vai entrando no léxico de muitos anunciantes e agências, mas que a realidade demonstra muitas vezes o contrário, pela inércia dos planos de ID dos seus clientes.As relações intensas e a forma como uma marca consegue prender um consumidor de forma absolutamente apaixonada, é na opinião de Justin Kirby, fundador da Viral & Buzz Mkg Associations, que a “publicidade de massas está a morrer”, “as pessoas não querem saber de anúncios bonitos e ‘slogans’ giros”.Senão, vejamos o efeito viral de novos canais como os blogs, que veio mostrar uma outra realidade e das controvérsias geradas por alguns temas de topo na procura dos internautas.
A publicidade fazia-se de forma mais ou menos convencional e veiculada em meios tradicionais e um consumidor era impactado de várias formas e com intensidades diferentes. A publicidade na televisão ou na rádio; na rua, a caminho da escola ou do trabalho, eram os ‘outdoors’ e os ‘mupis’ que vinham complementar as mensagens que tinha visto e ouvido; ao longo do dia, com mais um ou outro ‘banner’ a saltar num pop-up ou a piscar no écran quando visitava um site qualquer; um ou outro anúncio de imprensa que lhe despertava a atenção na revista do costume... Ao fim do dia, em casa, era bombardeado por anúncios de televisão. Assim era e caminha para a morte lenta, pois o tempo gasto na internet está verificar um aumento crescente na ocupação dos tempos livres e lazer.No horizonte, o futuro da publicidade passa pela convivência entre o que tradicionalmente se faz e a inovação em novos suportes como os filmes de 30 ou de 45 segundos a passar em ‘loop’ ao longo de uma noite de televisão. Só não serão o meio mais forte, mais eficiente, mais rentável.
O consumidor, hoje em dia, procura uma marca com a qual se identifique emocionalmente, procura uma marca em que possa tocar, que possa sentir e entender, um novo perfil de consumidor que tem o seu estilo de vida a a orientar as suas opções.O incentivo do experiential marketing interpela emocionalmente os consumidores de uma forma mais intensa quando uma Sony Bravia incita os internautas a criarem o seu próprio anúncio à marca pintando um prédio, quando uma Coca-cola cria uma comunidade online, quando um vinho como o Casal Garcia promove um campeonato de gargalhadas na Internet ou quando uma Galp Energia põe um país inteiro aos pulos a cantar um hino para dar força à selecção nacional num campeonato Europeu ou Mundial de futebol. Mais profícuo se torna esta forma de envolvimento emocional, quando "os consumidores se tornam o seu departamento de marketing”.
Apesar de se criarem as ditas relações intensas entre o consumidor e as marcas, sabemos que esta forma de inovação não é incrementada de forma geral nas empresas e no mercado nacional, deixarem que os consumidores experimentem as marcas e os produtos, deixarem os consumidores dizerem de “sua justiça”, que entrem nas suas estratégias...enfim, se inverta o processo e óptica de produção de uma forma efectiva e não apenas pelas belas palavras expostas nos manuais de marketing.Ainda não chegou o tempo de uma aceitação generalista do sistema de sugestão e revisão de processos por parte das empresas portuguesas, com honrosas excepções, diga-se em abono da verdade.
A publicidade tradicional está a perder peso no contexto comunicacional, passando a ser mais um suporte de comunicação e elevando-se o peso da comunicação pela Internet, mais personalizada, mais interventiva, mais emocional, mais local...com projecção global. Num futuro bem próximo, terá maior apetência por parte dos consumidores aquele canal que permita a abertura à participação de quem quiser, permita a comunicação bi-direccional e mais interactiva.
O consumidor quer ter uma palavra a dizer e quem abrir esse canal vai brilhar nos próximos tempos: sejam os ‘blogues’, sejam os ‘utubes’ da vida, seja o ‘marketing’ viral ou o ‘word-of-mouth’, estas serão efectivamente, algumas das ferramentas do futuro.Levando ao extremo esta nova forma de chegar às pessoas, as marcas passam a estar inteiramente dependentes dos consumidores e por isso implicará novas visões da estratégia de aproximação e activação dos consumidores, como é o caso do second life, onde algumas das marcas adquirem já espaços virtuais.
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29.3.06
sexto sentido no marketing
sexto sentido no marketing
Carecendo de preocupação pela informação inscrita no rótulo dos produtos disponíveis no mercado, o consumidor português rege-se pela variável preço em tempos de crise. É sensível, por esse mesmo motivo, ao factor da disponibilidade dos produtos no ponto de venda ao nível do espectro visual, tanto quanto um relance de olhar consegue alcançar, alheio que é às "guerras" entre as diversas marcas para a colocação daqueles nas prateleiras ao nível do olhar, em "ilhas" destacadas, em espaços "especiais".
A publicidade destaca este factor do mix de marketing para cativar o público em inúmeras e massivas campanhas, destacando a temática do "antigamente", "preços de outros tempos" ou com características minimalistas do tão "só?" agora visto, a par da gratuidade fictícia, que no subconsciente do consumidor faz verdadeiros milagres de não pagar agora e incrementar o seu nível de endividamento a curto prazo. Num contexto actual tão constrangedor da economia familiar e de carteiras cada vez mais emagrecidas, crescendo a massificação da oferta de produtos e expostos "a monte", o impacto aos sentidos usados regularmente contrasta com a opção racional da compra "à medida" das verdadeiras necessidades básicas.
Neste enquadramento, ir ao encontro do 6º sentido do consumidor e a escolha da variável sobre a qual vai actuar, diferenciará realmente qualquer campanha de activação ou de experimentação? Sendo tão pouco aberto à interactividade, intimidado pela provocação ou na falta de iniciativa pela experimentação, o consumidor nacional revela-se um verdadeiro engodado pelo ganho imediato, "o 2 em 1", "+25% de produto", "leve agora e pague depois" ou na mais recente "maratona da lenha", "mobile a sua casa grátis" através da campanha da capital do móvel "devolvemos o valor da sua mobíllia se Portugal for campeão".
Gostaria de saber quais os resultados desta campanha e dos seus efeitos na cabeça do consumidor, para além do desejado resultado futebolístico para as hostes nacionais: o que está seguro neste acaso, é que nada fará perder aos distribuidores e fabricantes de uma área de actividade em crise e a braços com a incapacidade para se unirem, encarando de forma madura e empresarial a parceria ou concorrência de uma cadeia como a IKEA. A desconfiança do consumidor português neste caso, apenas será uma aliada poderosa das recolhas do lixo e da floresta.
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Carecendo de preocupação pela informação inscrita no rótulo dos produtos disponíveis no mercado, o consumidor português rege-se pela variável preço em tempos de crise. É sensível, por esse mesmo motivo, ao factor da disponibilidade dos produtos no ponto de venda ao nível do espectro visual, tanto quanto um relance de olhar consegue alcançar, alheio que é às "guerras" entre as diversas marcas para a colocação daqueles nas prateleiras ao nível do olhar, em "ilhas" destacadas, em espaços "especiais".
A publicidade destaca este factor do mix de marketing para cativar o público em inúmeras e massivas campanhas, destacando a temática do "antigamente", "preços de outros tempos" ou com características minimalistas do tão "só?" agora visto, a par da gratuidade fictícia, que no subconsciente do consumidor faz verdadeiros milagres de não pagar agora e incrementar o seu nível de endividamento a curto prazo. Num contexto actual tão constrangedor da economia familiar e de carteiras cada vez mais emagrecidas, crescendo a massificação da oferta de produtos e expostos "a monte", o impacto aos sentidos usados regularmente contrasta com a opção racional da compra "à medida" das verdadeiras necessidades básicas.
Neste enquadramento, ir ao encontro do 6º sentido do consumidor e a escolha da variável sobre a qual vai actuar, diferenciará realmente qualquer campanha de activação ou de experimentação? Sendo tão pouco aberto à interactividade, intimidado pela provocação ou na falta de iniciativa pela experimentação, o consumidor nacional revela-se um verdadeiro engodado pelo ganho imediato, "o 2 em 1", "+25% de produto", "leve agora e pague depois" ou na mais recente "maratona da lenha", "mobile a sua casa grátis" através da campanha da capital do móvel "devolvemos o valor da sua mobíllia se Portugal for campeão".
Gostaria de saber quais os resultados desta campanha e dos seus efeitos na cabeça do consumidor, para além do desejado resultado futebolístico para as hostes nacionais: o que está seguro neste acaso, é que nada fará perder aos distribuidores e fabricantes de uma área de actividade em crise e a braços com a incapacidade para se unirem, encarando de forma madura e empresarial a parceria ou concorrência de uma cadeia como a IKEA. A desconfiança do consumidor português neste caso, apenas será uma aliada poderosa das recolhas do lixo e da floresta.
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